Criptografia – Segredos Embalados para Viagem - 2ª Edição

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Criptografia – Segredos Embalados para Viagem - 2ª Edição

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Autor:

ISBN impresso: 978-85-7522-895-1
ISBN ebook: 978-85-7522-896-8
Ano: 2024
Páginas: 376
Preço impresso: R$ 119,00 O ebook deste livro está disponível na Amazon.

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Descrição do livro

Apesar de a criptografia fazer parte do nosso dia a dia, são poucas as pessoas que se dão conta disso. Por vivermos em um mundo cada vez mais informatizado, nosso direito ao sigilo e à privacidade está sob ameaça constante. Uma vez que sabemos que senhas e números de cartão de crédito ou de contas bancárias nas mãos de piratas do submundo virtual são dor de cabeça na certa, preocupamo-nos com nossos dados pessoais e com as tentativas de saquear informações por meio de invasões de computadores, de toda espécie de praga cibernética e de e-mails maliciosos.

Esses nossos segredos, como também grande parte da nossa correspondência, costumam trafegar em redes de computadores e na internet. Para que permaneçam em sigilo, deveriam ser cuidadosamente embalados para viagem – e é aí que entra a criptografia. Utilizada há quase quatro mil anos para ocultar informações, a criptografia continua acompanhando as necessidades do homem moderno. Mesmo os métodos mais antigos continuam atuais e ainda são incorporados aos novos sistemas de criptografia forte. Mas a criptografia não serve apenas para manter o sigilo de dados confidenciais ou segredos de Estado. Também pode ser um excelente passatempo quando usada para criar ou solucionar quebra-cabeças e enigmas.

Este livro tem como objetivo desmistificar a criptologia mostrando que seus princípios fundamentais são simples e eficientes. Trata principalmente da criptologia clássica, a chamada criptologia arte, explicando o funcionamento dos métodos mais conhecidos. As explicações são complementadas com exemplos, dados dos autores, da época em que os métodos foram utilizados e da importância que tiveram no desfecho de alguns acontecimentos importantes. Esses relatos possibilitam ao leitor entrar nos bastidores da história e avaliar a luta milenar entre os criadores de cifras e os decifradores. Para os iniciantes, é uma forma divertida e lúdica de se preparar para a criptologia do século XXI.

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Sumário

Sumário

  • Agradecimentos
  • Nota do editor
  • Prefácio da primeira edição
  • Prefácio da segunda edição (póstuma)
  • 1 Introdução
    • 1.1 Uma história milenar
      • 1.1.1 Criptologia na Antiguidade
      • 1.1.2 Serviços de Inteligência
      • 1.1.3 Na era dos computadores e da Internet
    • 1.2 Vocabulário
      • 1.2.1 Áreas principais
      • 1.2.2 Mais alguns detalhes
    • 1.3 Guloseimas adicionais
  • 2 O fascínio do segredo
    • 2.1 Universo dos segredos
      • 2.1.1 Mistério e poder
      • 2.1.2 Sociedades e organizações secretas
      • 2.1.3 Conflitos armados
      • 2.1.4 Interesses comerciais
    • 2.2 Formas e meios de comunicação
    • 2.3 Gestos como forma de comunicação
      • 2.3.1 Linguagem dos surdos-mudos
      • 2.3.2 Movimentos labiais
      • 2.3.3 Linguagem de gestos dos índios
      • 2.3.4 Engenharia dos gestos
    • 2.4 Sons como forma de comunicação
      • 2.4.1 Alfabeto fonético
      • 2.4.2 Som dos idiomas
      • 2.4.3 Tambores que falam
      • 2.4.4 Outras “conversas” sonoras e musicais
  • 2.5 Imagens como forma de comunicação
    • 2.5.1 Hieróglifos do terceiro milênio
    • 2.5.2 Cores, cartuns e HQ
  • 2.6 Sinais como forma de comunicação
    • 2.6.1 Sinalização com bandeiras
    • 2.6.2 Telégrafos impressores
    • 2.6.3 Sinais percebidos pelo tato
  • 2.7 A escrita como forma de comunicação
    • 2.7.1 Primeiras convenções
    • 2.7.2 Escrita fonética
    • 2.7.3 Alfabetos
  • 2.8 Meios de comunicação mais comuns
    • 2.8.1 Transmissões luminosas
    • 2.8.2 Serviços de correio
    • 2.8.3 Imprensa
    • 2.8.4 Transporte de sons
    • 2.8.5 Primeira radiotransmissão
    • 2.8.6 Da luz do fogo ao teletransporte
  • 2.9 O básico da informação
    • 2.9.1 Informação como fator de organização
    • 2.9.2 Medindo informação
  • 2.10 Formas de ocultação
  • 2.11 Desvendando segredos
    • 2.11.1 As interceptações
  • 2.12 Exercícios para liberar os neurônios
    • 2.12.1 Treinando a orientação
    • 2.12.2 Neurônios apressadinhos
  • 2.13 Desafios
    • 2.13.1 Perguntinhas para neurônios bip-bip
    • 2.13.2 Trocando de alfabeto
    • 2.13.3 Usando silabários
  • 2.14 Rala-cuca: Panoramix pagava imposto?
  • 3 Esteganografia, o jogo de esconde-esconde
    • 3.1 Um pouco de história
    • 3.2 Tintas “invisíveis”
      • 3.2.1 Séculos de sucesso
      • 3.2.2 Algumas aplicações modernas
      • 3.2.3 Pequeno laboratório de tintas especiais
    • 3.3 Autenticação de documentos
    • 3.4 Objetos marcados
      • 3.4.1 Camuflagens
        • 3.4.2 Sósias
        • 3.4.3 Semagramas
        • 3.4.4 Esteganografia de código aberto
        • 3.5 Imagens como cobertura
          • 3.5.1 Anamorfose
          • 3.5.2 Brincando com os sentidos
          • 3.5.3 Um passeio pelo mundo da espionagem fotográfica
          • 3.5.4 Micropontos e as fotografias ultraminiaturizadas
        • 3.6 Som como cobertura
          • 3.6.1 Conversas ininteligíveis
          • 3.6.2 Características do som
          • 3.6.3 Misturando sons
          • 3.6.4 Sigilo nas comunicações telefônicas
          • 3.6.5 Sons digitais
          • 3.6.6 Sistema binário
          • 3.6.7 Arquivos digitais como cobertura
        • 3.7 Texto como cobertura
          • 3.7.1 Frater Franciscus
          • 3.7.2 Um servo leal
          • 3.7.3 Notícias de uma terra distante
        • 3.8 Trithemius, o abade brincalhão
          • 3.8.1 A história de vida
          • 3.8.2 A fama de ocultista
          • 3.8.3 A verdadeira história do Livro III
          • 3.8.4 As “Ave-Marias” de Trithemius
        • 3.9 Grelha de Cardano
          • 3.9.1 Vida de Cardano
          • 3.9.2 Métodos criptográficos de Cardano
        • 3.10 Esteganografia na atualidade
          • 3.10.1 Imagens digitais como cobertura
          • 3.10.2 Watermarking
          • 3.10.3 Material genético
        • 3.11 Desafios
          • 3.11.1 Elementos de segurança das cédulas do Real
          • 3.11.2 Bronca do gerente
          • 3.11.3 Alfabeto genético
      • 4 Os códigos
        • 4.1 Os códigos na criptologia
          • 4.1.1 Um código da Antiguidade – o telégrafo hidro-ótico
        • 4.2 Códigos abertos
          • 4.2.1 Telégrafos aéreos
        • 4.2.2 Códigos comerciais
    • 4.3 Falando em código
      • 4.3.1 Os code talkers
      • 4.3.2 Falando sobre a bomba atômica
    • 4.4 Nomenclaturas que ficaram famosas
      • 4.4.1 Rainha Mary da Escócia
      • 4.4.2 Telegrama de Zimmerman
    • 4.5 Ética sem códigos x códigos sem ética
    • 4.6 Amadorismo nos códigos
    • 4.7 Alguns nomes em código
    • 4.8 Desafios
      • 4.8.1 O mais simples dos códigos
      • 4.8.2 Um código em código
  • 5 Sopa de letrinhas
    • 5.1 Bastão de Licurgo, lenda ou realidade?
    • 5.2 Observações iniciais
    • 5.3 Transposições regulares
      • 5.3.1 Tipos de inserção
      • 5.3.2 Tipos de retirada
      • 5.3.3 Grades triangulares
      • 5.3.4 A viagem do cavaleiro
      • 5.3.5 Transposição colunar
      • 5.3.6 Transposições simétricas duplas
      • 5.3.7 Grade giratória de Fleissner
    • 5.4 Transposições assimétricas
      • 5.4.1 Transposição colunar assimétrica
      • 5.4.2 Resgatando uma cifra fraca
      • 5.4.3 Cifra do “Exército dos Estados Unidos”
      • 5.4.4 Segurança das cifras de transposição
      • 5.4.5 Cifra Rail Fence
    • 5.5 Transposições como inspiração
    • 5.6 Transposições na atualidade
    • 5.7 Desafios
      • 5.7.1 Princípio fundamental da transposição
    • 5.8 Rala-cuca: esta é de lascar
    • 5.9 Rala-cuca: o padrão é o patrão
  • 6 “Tlocando as letlas”
    • 6.1 Na época das Escrituras Sagradas
      • 6.1.1 Cifra Atbash
      • 6.1.2 Cifra Albam
        • 6.1.3 Cifra Atbah
        • 6.1.4 Cifras hebraicas no século XVIII
        • 6.2 Segurança no Império Romano
          • 6.2.1 Código de César
        • 6.3 Nem só de letras vive uma substituição
          • 6.3.1 Templários
          • 6.3.2 Cifra maçônica e rosacruz
          • 6.3.3 Alguns cifrantes interessantes
        • 6.4 Enigmas na literatura
          • 6.4.1 Edgar Allan Poe
          • 6.4.2 Sherlock Holmes se rende às cifras
        • 6.5 Enigmas no mundo do crime
        • 6.6 Um harém de letras
        • 6.7 Um é bom, dois é melhor
          • 6.7.1 Disco de Alberti
          • 6.7.2 Trithemius está de volta
          • 6.7.3 Um personagem desconhecido e a ideia da senha
          • 6.7.4 Um jovem prodígio mistura tudo
          • 6.7.5 Para quem tem memória curta
          • 6.7.6 E o Oscar vai para... Vigenère!
          • 6.7.7 Variações sobre o tema
        • 6.8 Na Grécia antiga
          • 6.8.1 Código de Políbio
        • 6.9 Pegando carona com Cleoxeno e Democleto
          • 6.9.1 Cifra Playfair
          • 6.9.2 Playfair de duas grades
          • 6.9.3 Playfair de três grades
          • 6.9.4 Playfair de quatro grades
          • 6.9.5 Desconhecida, mas muito interessante
          • 6.9.6 A cifra tomográfica de Delastelle
        • 6.10 Segurança das cifras de substituição
          • 6.10.1 Cifra inviolável – One-time pad
          • 6.10.2 Cifra de Hill
        • 6.11 Desafios
          • 6.11.1 Araponga de meia-tigela
          • 6.11.2 Celebridades
        • 6.12 Rala-cuca: rasgando o verbo
        • 6.13 Rala-cuca: orgulho nacional
      • 7 Associando métodos
        • 7.1 Esteganografia e substituição
          • 7.1.1 Cifra de Bacon
        • 7.1.2 Lições dos dissidentes russos
    • 7.2 Substituição e transposição
      • 7.2.1 Cifra ADFGVX
      • 7.2.2 Painvin e a cifra ADFGVX
    • 7.3 Cifras modernas
      • 7.3.1 DES, o algoritmo simétrico de bloco mais difundido
    • 7.4 Desafio
    • 7.5 Rala-cuca: palíndromos
  • 8 Dispositivos criptográficos
    • 8.1 As eras da criptografia
    • 8.2 Pequenos artefatos portáteis
      • 8.2.1 Régua de Saint-Cyr
      • 8.2.2 Cilindros cifrantes
    • 8.3 Máquinas cifrantes
      • 8.3.1 Projeto Enigma
      • 8.3.2 Adoção da Enigma
      • 8.3.3 Elementos básicos da Enigma
      • 8.3.4 Segurança da Enigma
      • 8.3.5 Susto causado pela Enigma
      • 8.3.6 As primeiras informações
      • 8.3.7 Logística da Enigma
      • 8.3.8 Marian Rejewski versus Enigma
      • 8.3.9 Mapa da mina
      • 8.3.10 A Enigma como máquina de guerra
      • 8.3.11 Bletchley Park versus Enigma
      • 8.3.12 Enigma Naval
    • 8.4 Rala-cuca: bomba caseira
  • 9 Criptoanálise, a engenharia reversa da criptografia
    • 9.1 Um criptoanalista de dar inveja
    • 9.2 Considerações sobre a criptoanálise
    • 9.3 Pioneirismo dos árabes
      • 9.3.1 Personalidade das letras e dos idiomas
    • 9.4 Frequência de ocorrência das letras
      • 9.4.1 Português do Brasil
      • 9.4.2 Espanhol, italiano, inglês, francês e alemão
    • 9.5 Métodos estatísticos
      • 9.5.1 Teste kappa
      • 9.5.2 Índice de Coincidência (I C )
      • 9.5.3 Teste phi
        • 9.6 Princípios de Kerckhoff
        • 9.7 Material de apoio
        • 9.8 Quebrando transposições regulares (geométricas)
          • 9.8.1 Transposição colunar simples
          • 9.8.2 Transposição com a grade giratória de Fleissner
          • 9.8.3 Transposição dupla
        • 9.9 Quebrando transposições irregulares
          • 9.9.1 Quarto bloco da escultura Kryptos
        • 9.10 Considerações finais sobre as transposições
        • 9.11 Quebrando substituições simples
          • 9.11.1 Análise sem o auxílio de gráficos
          • 9.11.2 Análise com o auxílio de gráficos
          • 9.11.3 Mais um exemplo de substituição simples
          • 9.11.4 Considerações sobre as substituições simples
        • 9.12 Quebrando substituições homofônicas
        • 9.13 Quebrando substituições polialfabéticas
        • 9.14 Força bruta
        • 9.15 Palavras finais
      • A Pequeno glossário
      • B Referências de protocolos
        • B 1 Códigos
          • B 1.1 LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
          • B 1.2 Caretinhas ou Caracteretas
          • B 1.3 Semáforo de bandeiras
          • B 1.4 Código Morse
        • B 2 Métodos de escrita
          • B 2.1 Hieróglifos
          • B 2.2 O silabário japonês, hiragana
        • B 3 Sistemas de transmissão
          • B 3.1 Tabela ASCII
      • C Soluções dos desafios
        • Desafio 2.13.1 – Perguntinhas para neurônios bip-bip
        • Desafio 2.13.2 – Trocando de alfabeto
        • Desafio 2.13.3 – Usando silabários
        • Desafio 3.11.1 – Elementos de segurança das cédulas do real
        • Desafio 3.11.2 – A bronca do gerente
        • Desafio 3.11.3 – Alfabeto genético
        • Desafio 4.8.1 – O mais simples dos códigos
        • Desafio 4.8.2 – Um código em código
        • Desafio 5.7.1 – Princípio fundamental da transposição
        • Desafio 6.11.1 – Araponga de meia-tigela
        • Desafio 6.11.2 – As celebridades
        • Desafio 7.4 – Decifre o criptograma
  • Bibliografia
  • Índice remissivo
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Opinião dos leitores

Paulo H P

Excelente livro que aborda de forma simples e histórica a criptografia. Para quem está dando os primeiros passos é um livro essencial!

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