Cloud FinOps – 2ª Edição

Tomada de decisões colaborativas em tempo real sobre o valor da nuvem

Cloud FinOps – 2ª Edição
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Cloud FinOps – 2ª Edição

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Autores: J.R. Storment
Mike Fuller

ISBN impresso: 978-85-7522-897-5
ISBN ebook: 978-85-7522-898-2
Ano: 2024
Páginas: 504
Preço impresso: R$ 149,00 O ebook deste livro está disponível na Amazon.

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Descrição do livro

A prática de FinOps traz responsabilização para o modelo de gasto variável da nuvem. Usada pela maioria das empresas globais, essa prática de gerenciamento evoluiu de uma atividade secundária para a disciplina que realmente gerencia os custos da nuvem. Neste livro, os autores J.R. Storment e Mike Fuller descrevem o processo de construção de uma cultura de Cloud FinOps baseando-se em sucessos e falhas vivenciados no mundo real por grandes investidores em recursos de nuvem.

As equipes de engenharia e finanças, os executivos e os profissionais de FinOps aprenderão a construir um mecanismo de FinOps eficiente e satisfatório para uma tomada de decisão baseada em dados sobre o valor da nuvem. Contendo um roteiro para ajudá-lo a começar, esta segunda edição revisada inclui novos capítulos que abordam previsão, sustentabilidade e conectividade com outros frameworks.

Você aprenderá:

• Um roteiro para a construção de uma cultura de FinOps com apoio dos executivos

• Como entender e prever seus gastos na nuvem

• Como capacitar as equipes de engenharia e finanças para firmar parcerias

• Estratégias de alocação de custos para gerar responsabilização pelos gastos com a nuvem e com contêineres

• Estratégias para obter descontos em compromissos da nuvem

• Quando e como implementar a automação de tarefas repetitivas de alocação de custos

• Como motivar a equipe de engenharia para que execute ações a fim de aumentar a eficiência no controle de custos

• Como usar a unidade econômica (unit economics) como condutora da tomada de decisões com base em dados

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Sumário

  • Elogios feitos ao livro Cloud FinOps
  • Prefácio à edição em português
  • Prefácio
  • Parte I Introdução a FinOps
    • ■ Capítulo 1 ■ O que é FinOps?
  • Definindo o termo “FinOps”
  • A jornada do herói de FinOps
  • De onde veio FinOps?
  • Tomada de decisões com base em dados
  • Feedback em tempo real (também conhecido como “Efeito Prius”)
  • Princípios básicos de FinOps
  • Quando você deve iniciar a prática de FinOps?
  • Como começar já pensando no fim: tomada de decisões baseadas em dados
  • Conclusão
  • Capítulo 2 ■ Por que FinOps?
  • Use a nuvem pelas razões certas
  • Os gastos na nuvem continuam aumentando
  • Impacto da não adoção de FinOps
    • Negação consciente: por que começar agora?
  • Conclusão
  • Capítulo 3 ■ Mudança cultural e a equipe de FinOps
  • O que Deming diz sobre a transformação nas empresas
  • Quem conduz FinOps?
  • Por que uma equipe centralizada?
  • Não é a equipe de FinOps que executa a prática de FinOps
  • O papel de cada equipe em FinOps
    • Executivos e liderança
    • Engenharia e desenvolvedores
    • Finanças
    • Compras e terceirização
    • Equipes de produto ou negócios
    • Profissionais de FinOps
  • Uma nova maneira de trabalhar juntos
  • A quem a equipe de FinOps se reporta?
  • Compreensão das motivações
    • Engenheiros
    • Profissionais de finanças
    • Executivos e liderança
    • Profissionais de compras e terceirizações
  • FinOps em toda a empresa
  • Contratação para FinOps
  • A cultura de FinOps em ação
    • A dificuldade para motivar as pessoas não é nova
    • O que contribui para a ação
    • Desmotivadores da ação
    • Inclinação da escala a seu favor
  • Conclusão
  • Capítulo 4 ■ A linguagem de FinOps
  • Definição de um vocabulário comum
  • Definição dos termos básicos
  • Definição de termos financeiros para profissionais de computação em nuvem
  • A abstração ajuda a entender
  • Linguagem da nuvem versus linguagem dos negócios
  • Criação de um tradutor universal entre as equipes de DevOps e finanças
  • A necessidade de educar todas as áreas
  • Análise comparativa e gamificação
  • Conclusão
  • Capítulo 5 ■ Estrutura da cobrança de nuvem
  • Tipos de cobrança de nuvem
  • Complexidade da cobrança de nuvem
  • Formato básico dos dados de cobrança
  • Tempo, por que me punes?
  • Soma de cada pequena parte
  • Uma breve história dos dados de cobrança da nuvem
  • Importância dos dados por hora
  • Um mês não é um mês
  • Um real não é um real
  • Dois impulsionadores que afetam a conta
  • Quem deve evitar custos e quem deve reduzir taxas?
  • Centralização da redução de taxa
  • Por que você deve descentralizar a redução do uso
  • Conclusão
  • Sumário
  • Capítulo 6 ■ Adoção de FinOps
  • Uma confissão
  • Diferentes divulgações para executivos de níveis distintos
    • Divulgação inicial
    • Divulgação avançada
    • Exemplo de planejamento de funcionários para o avanço de uma equipe de FinOps
  • Divulgação para o executivo apoiador
  • Envolvimento de seu público-alvo
  • Principais personas que o facilitador deve influenciar
    • Persona do CEO
    • Persona do CTO/CIO
    • Persona do CFO
    • Persona do líder de engenharia
  • Roteiro para a adoção de FinOps
    • Estágio 1: Planejamento de FinOps em uma empresa
    • Estágio 2: Divulgação de FinOps para adoção em uma empresa
    • Estágio 3: Preparação da empresa para FinOps
  • Tipo de alinhamento da empresa
  • Tempo integral, meio expediente, tempo emprestado: uma nota sobre os recursos humanos
  • Um sistema complexo projetado a partir do zero nunca funciona
  • Conclusão
  • Capítulo 7 ■ O framework da FinOps Foundation
  • Um modelo operacional para sua prática
  • O modelo do framework
    • Princípios
    • Personas
    • Maturidade
    • Fases
  • Domínios e capacidades
    • Estrutura de um domínio
    • Estrutura das capacidades
  • Adaptação do framework para que ele atenda às suas necessidades
  • Conexão com outros frameworks/modelos
  • Conclusão
  • Capítulo 8 ■ A UI de FinOps
  • Construir versus comprar versus nativo
    • Quando usar ferramentas nativas
    • Quando devemos criar
    • Por que devemos comprar
  • Relatórios operacionalizados
    • Qualidade dos dados
    • Feito é melhor do que perfeito
    • Relatórios por níveis
    • Lançamento de alterações
    • Relatório universal
  • Acessibilidade
    • Cores
    • Hierarquia visual
    • Usabilidade e consistência
    • Linguagem
    • Consistência das cores e da representação visual
    • Reconhecimento versus lembrança
  • Conceitos psicológicos
    • Viés de ancoragem
    • Viés de confirmação
    • Efeito Von Restorff
    • Lei de Hick
  • Perspectivas para os relatórios
    • Personas
    • Maturidade
    • Multicloud
  • Passagem dos dados por cada persona
    • Dados passando pela equipe de finanças
    • Dados passando pelos líderes
    • Dados passando pelos engenheiros
    • Conexão de FinOps ao restante da empresa
  • Primeiro tente entender
  • Conclusão
  • Parte II Fase Informar
    • ■ Capítulo 9 ■ Ciclo de vida de FinOps
  • Os seis princípios de FinOps
    • No 1: As equipes precisam colaborar
    • No 2: As decisões são baseadas no valor da nuvem para os negócios
    • No 3: Cada envolvido se responsabiliza pelo uso que está fazendo da nuvem
    • No 4: Relatórios de FinOps têm que ser acessíveis e precisam estar disponíveis o mais rápido possível
    • No 5: Uma equipe centralizada conduz a prática de FinOps
    • No 6: Aproveitamento do modelo de custo variável da nuvem
  • Ciclo de vida de FinOps
    • Informar
    • Otimizar
    • Operar
  • Considerações
  • Onde começar?
  • Você não precisa encontrar todas as respostas
  • Conclusão
  • Sumário
  • Capítulo 10 ■ Fase informar: onde você está nesse exato momento?
  • Os dados são irrelevantes sem contexto
  • Primeiro tente entender
  • Trabalho organizacional durante essa fase
  • Transparência e o Feedback Loop
  • Análise comparativa do desempenho das equipes
  • O que pode ser considerado ótimo
  • Conclusão
  • Capítulo 11 ■ Alocação: nenhum real deixado para trás
  • Por que a alocação importa
  • Amortização: estamos em um mundo de competências
  • Criação de cooperação e auditabilidade com contabilidade
  • O momento crítico do “pânico com os gastos”
  • Distribuição de custos compartilhados
  • Chargeback versus Showback
  • Uma combinação de modelos adequados a um propósito
  • Contas, tagueamento e hierarquias na organização das contas
  • O modelo de showback em ação
  • Considerações sobre chargeback e showback
  • Conclusão
  • Capítulo 12 ■ Tags, rótulos, contas, quanta coisa!
  • Abordagens baseadas em tags e em hierarquia
  • Como começar o trabalho em sua estratégia
    • Divulgue seu plano
    • Mantenha a simplicidade
    • Formule suas perguntas
  • Comparação das opções de alocação dos três grandes provedores
  • Comparação de contas versus pastas e tags versus rótulos
  • Organização de contas e projetos em grupos
  • Tags e rótulos: a opção de alocação mais flexível
    • Uso de tags na cobrança
    • Uso do tagueamento desde o início
    • Decisão de quando será definido seu padrão de tagueamento
    • Seleção do número certo de tags
    • Trabalhando com restrições de tags/rótulos
    • Manutenção da higiene das tags
    • Relatórios sobre o desempenho das tags
    • Garantia de que as equipes implementem as tags
  • Conclusão
  • Capítulo 13 ■ Previsão assertiva
  • O estado da previsão na nuvem
  • Metodologias de previsão
  • Modelos de previsão
  • Desafios das previsões de nuvem
    • Previsões manuais versus automatizadas
    • Imprecisões
    • Granularidade
    • Frequência das previsões
    • Comunicação
    • Projetos futuros
    • Estimativa de custo
    • Impactos da otimização de custos sobre as previsões
  • Previsão e orçamento
  • Importância do gerenciamento das equipes de acordo com orçamentos
  • Conclusão
  • Parte III Fase Otimizar
    • ■ Capítulo 14 ■ Fase otimizar: realização de ajustes para atingir metas
  • Por que definir metas?
  • A primeira meta é uma boa alocação de custos
  • A meta é economizar?
  • Triângulo de ferro: bom, rápido, barato
  • Alcance de metas com OKRs
    • Área de foco no 1 dos OKRs: credibilidade
    • Área de foco no 2 dos OKRs: capacidade de manutenção
    • Área de foco no 3 dos OKRs: controle
  • Metas como linhas de destino
  • Variações no orçamento
  • Usar menos versus pagar menos
  • Conclusão
  • Capítulo 15 ■ Usar menos: otimização do uso
  • A dura realidade do uso da nuvem
  • De onde vem o desperdício?
  • Redução do uso pela remoção/movimentação
  • Redução do uso pelo rightsizing
  • Erros comuns do rightsizing
    • Confiar em recomendações que usem apenas médias ou picos
    • Não fazer o rightsizing para além da computação
    • Não considerar a “estrutura” de seu recurso
    • Não simular o desempenho antes do rightsizing
  • Sumário
    • Hesitar devido à incerteza sobre instâncias reservadas
  • Indo além da computação: dicas para o controle dos gastos na nuvem
    • Armazenamento em blocos
    • Armazenamento de objetos
    • Rede
  • Redução do uso por redesign
    • Dimensionamento
    • Operações agendadas
  • Efeitos sobre as instâncias reservadas
  • Benefícios versus esforços
  • Computação serverless
  • Nem todo desperdício é perda
  • Amadurecimento da otimização do uso
  • Fluxo de trabalho avançado: opte automaticamente por não usar o rightsizing
  • Rastreamento de economias
  • Conclusão
  • Capítulo 16 ■ Pagar menos: otimização de taxas
  • Preço de computação
    • Sob demanda/pagamento por utilização
    • Uso de recurso spot
    • Descontos baseados em compromissos
  • Preço de armazenamento
  • Descontos por volume/nível
    • Com base no uso
    • Com base no tempo
  • Taxas negociadas
    • Preço personalizado
    • Ofertas privadas de vendedores
  • Considerações sobre o modelo BYOL
  • Conclusão
  • Capítulo 17 ■ Compreensão dos descontos baseados em compromissos
  • Introdução aos descontos baseados em compromissos
  • Aspectos básicos dos descontos baseados em compromissos
    • Flexibilidade no tamanho da instância de computação
    • Conversões e cancelamentos
  • Visão geral dos compromissos de uso oferecidos pelos três maiores provedores
  • Amazon Web Services
    • O que uma RI fornece?
    • Modelos de compromisso da AWS
    • Instância reservada da AWS
    • Afinidade de conta-membro
    • RIs standard versus conversíveis
    • Flexibilidade no tamanho da instância
    • Savings Plans da AWS
    • Savings Bundles
  • Microsoft Azure
    • Reservas da Azure
    • Flexibilidade no tamanho da instância
    • Savings Plans da Azure
  • Google Cloud
    • Os descontos por compromisso de uso do Google
    • Pagamento por núcleos, e não horas, no Google
    • Cobrança e compartilhamento de CUDs pelo Google
    • Conta de cobrança e responsabilização no Google
    • Aplicação dos CUDs do Google a um projeto
    • Descontos por compromisso de uso flexíveis do Google
  • Conclusão
  • Capítulo 18 ■ Construção de uma estratégia de descontos baseados em compromissos
  • Erros comuns
  • Etapas para a construção de uma estratégia de descontos baseados em compromissos
    • Etapa 1: aprenda os aspectos básicos de cada programa
    • Etapa 2: conheça seu nível de compromisso com o provedor de serviços de nuvem
    • Etapa 3: construa um processo repetível de desconto baseado em compromisso
    • Etapa 4: compre regularmente e com frequência
    • Etapa 5: meça e itere
    • Etapa 6: aloque apropriadamente os custos de compromissos antecipados
  • Como gerenciar a estratégia de compromisso
  • Compra de compromissos just-in-time
  • Quando fazer o rightsizing versus firmar compromissos
    • Abordagem por zona
    • Quem paga pelos compromissos?
    • Dicas de estratégia
  • Conclusão
  • Capítulo 19 ■ Sustentabilidade: parceria de FinOps com GreenOps
  • O que são as emissões de carbono da nuvem?
  • Emissões de escopo 1, 2 e 3
  • Os provedores de nuvem são verdes?
    • Acesso
    • Abrangência
    • Granularidade
  • Parceria com os engenheiros referente à sustentabilidade
  • As práticas de FinOps e GreenOps funcionam melhor juntas?
  • Correções de GreenOps
  • Evite que FinOps trabalhe contra GreenOps
  • Conclusão
  • Sumário
  • Parte IV Fase Operar
    • ■ Capítulo 20 ■ Operar: alinhamento das equipes às metas da empresa
  • Alcance de metas
  • Recrutamento de pessoas e aumento de sua equipe de FinOps
  • Processos
    • Integração (onboarding)
    • Responsabilidade
    • Visibilidade
    • Ação
  • Como as responsabilidades ajudam a cultura?
    • Abordagem de recompensa versus punição
    • Como lidar com a inação
  • Operação colocada em ação
  • Conclusão
  • Capítulo 21 ■ Automatização do gerenciamento de custos
  • Que resultado você deseja obter?
  • Tarefas automatizadas versus manuais
  • Ferramentas de automação
    • Custos
    • Outras considerações
    • Opções de implantação da ferramenta
  • A automação funcionando como um conjunto
    • Integração
    • Conflito de automação
  • Proteção e segurança
  • Como iniciar
  • O que automatizar
    • Controle de tags
    • Agendamento da inicialização/interrupção de recursos
    • Redução do uso
  • Conclusão
  • Capítulo 22 ■ Otimização de custos guiada por métricas
  • Princípios básicos
    • Medição automatizada
    • Metas
    • Objetivos atingíveis
    • Com base em dados
  • Processos guiados por métricas ou pela cadência
  • Definição de metas
  • Tomada de providências
  • Juntando tudo
  • Conclusão
  • Capítulo 23 ■ FinOps para o universo dos contêineres
  • Introdução aos contêineres
  • A passagem para a orquestração de contêineres
  • Ciclo de vida de FinOps para os contêineres
  • Fase informar dos contêineres
    • Alocação de custos
    • Proporções do contêiner
    • Tags, rótulos e namespaces
  • Fase otimizar dos contêineres
    • Atribuição de clusters
    • Otimização do uso dos contêineres
    • Otimização de taxa da instância de servidor
  • Fase operar dos contêineres
  • Contêineres serverless
  • Conclusão
  • Capítulo 24 ■ Parcerias com os engenheiros para habilitar FinOps
  • Integração da nossa equipe com a deles
  • O que se passa na mente do engenheiro?
  • Restrições e a solução de problemas difíceis
  • Princípios que podem dar à engenharia um controle de custos eficiente
    • Nº 1: Maximize o valor em vez de reduzir o custo
    • Nº 2: Lembre-se de que estamos na mesma equipe
    • Nº 3: Priorize a melhoria na comunicação
    • Nº 4: Introduza restrições financeiras no início do desenvolvimento do produto
    • Nº 5: Facilitação em vez de controle
    • Nº 6: O suporte da liderança não é útil, é essencial
  • Dados passando pelos engenheiros
  • Modelos de parceria com as equipes de engenharia
    • Contribuição direta
    • Colaboração indireta
    • Colaboração indireta com contribuição direcionada
  • Conclusão
  • Capítulo 25 ■ Conectividade com outros frameworks
  • Custo total de propriedade
  • Emprego de outras metodologias e frameworks
    • Descubra quem já está operando
    • Faça amigos e compartilhe metas
    • Compartilhe influência, terminologia e processos
  • Sumário
    • Compartilhe infraestrutura
    • Compartilhe conhecimento
  • Conclusão
  • Capítulo 26 ■ Nirvana de FinOps: tomada de decisões baseada em dados
  • Unidade econômica e métricas
  • A unidade econômica não precisa estar relacionada à receita
  • Cálculo de métricas de unidade econômica
  • Não há problema em gastar: o problema é desperdiçar
  • Custeio baseado em atividades
  • Voltando ao Triângulo de Ferro
  • O que está faltando na equação?
  • Como saber em que momento você venceu com FinOps?
  • Conclusão
  • Capítulo 27 ■ Você é o ingrediente secreto
  • Chamada à ação
  • Posfácio sobre o que priorizar (por J R )
  • Índice remissivo
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Sobre os autores

J.R. Storment

J.R. Storment é diretor executivo da FinOps Foundation. Ele trabalha com os maiores consumidores de nuvem do mundo com o objetivo de desenvolver seus funcionários por meio da comunidade, de treinamento e de padrões.… Ver perfil completo ▶

Mike Fuller

Mike Fuller é engenheiro principal na equipe de Cloud FinOps da Atlassian na Austrália, desenvolvendo a prática de FinOps e capacitando as equipes de engenharia para que mantenham um controle eficiente dos custos da nuvem.… Ver perfil completo ▶