Cloud FinOps – 2ª Edição
Tomada de decisões colaborativas em tempo real sobre o valor da nuvem
Descrição do livro
A prática de FinOps traz responsabilização para o modelo de gasto variável da nuvem. Usada pela maioria das empresas globais, essa prática de gerenciamento evoluiu de uma atividade secundária para a disciplina que realmente gerencia os custos da nuvem. Neste livro, os autores J.R. Storment e Mike Fuller descrevem o processo de construção de uma cultura de Cloud FinOps baseando-se em sucessos e falhas vivenciados no mundo real por grandes investidores em recursos de nuvem.
As equipes de engenharia e finanças, os executivos e os profissionais de FinOps aprenderão a construir um mecanismo de FinOps eficiente e satisfatório para uma tomada de decisão baseada em dados sobre o valor da nuvem. Contendo um roteiro para ajudá-lo a começar, esta segunda edição revisada inclui novos capítulos que abordam previsão, sustentabilidade e conectividade com outros frameworks.
Você aprenderá:
• Um roteiro para a construção de uma cultura de FinOps com apoio dos executivos
• Como entender e prever seus gastos na nuvem
• Como capacitar as equipes de engenharia e finanças para firmar parcerias
• Estratégias de alocação de custos para gerar responsabilização pelos gastos com a nuvem e com contêineres
• Estratégias para obter descontos em compromissos da nuvem
• Quando e como implementar a automação de tarefas repetitivas de alocação de custos
• Como motivar a equipe de engenharia para que execute ações a fim de aumentar a eficiência no controle de custos
• Como usar a unidade econômica (unit economics) como condutora da tomada de decisões com base em dados
Ver menos ▲Sumário
- Elogios feitos ao livro Cloud FinOps
- Prefácio à edição em português
- Prefácio
- Parte I Introdução a FinOps
- ■ Capítulo 1 ■ O que é FinOps?
- Definindo o termo “FinOps”
- A jornada do herói de FinOps
- De onde veio FinOps?
- Tomada de decisões com base em dados
- Feedback em tempo real (também conhecido como “Efeito Prius”)
- Princípios básicos de FinOps
- Quando você deve iniciar a prática de FinOps?
- Como começar já pensando no fim: tomada de decisões baseadas em dados
- Conclusão
- Capítulo 2 ■ Por que FinOps?
- Use a nuvem pelas razões certas
- Os gastos na nuvem continuam aumentando
- Impacto da não adoção de FinOps
- Negação consciente: por que começar agora?
- Conclusão
- Capítulo 3 ■ Mudança cultural e a equipe de FinOps
- O que Deming diz sobre a transformação nas empresas
- Quem conduz FinOps?
- Por que uma equipe centralizada?
- Não é a equipe de FinOps que executa a prática de FinOps
- O papel de cada equipe em FinOps
- Executivos e liderança
- Engenharia e desenvolvedores
- Finanças
- Compras e terceirização
- Equipes de produto ou negócios
- Profissionais de FinOps
- Uma nova maneira de trabalhar juntos
- A quem a equipe de FinOps se reporta?
- Compreensão das motivações
- Engenheiros
- Profissionais de finanças
- Executivos e liderança
- Profissionais de compras e terceirizações
- FinOps em toda a empresa
- Contratação para FinOps
- A cultura de FinOps em ação
- A dificuldade para motivar as pessoas não é nova
- O que contribui para a ação
- Desmotivadores da ação
- Inclinação da escala a seu favor
- Conclusão
- Capítulo 4 ■ A linguagem de FinOps
- Definição de um vocabulário comum
- Definição dos termos básicos
- Definição de termos financeiros para profissionais de computação em nuvem
- A abstração ajuda a entender
- Linguagem da nuvem versus linguagem dos negócios
- Criação de um tradutor universal entre as equipes de DevOps e finanças
- A necessidade de educar todas as áreas
- Análise comparativa e gamificação
- Conclusão
- Capítulo 5 ■ Estrutura da cobrança de nuvem
- Tipos de cobrança de nuvem
- Complexidade da cobrança de nuvem
- Formato básico dos dados de cobrança
- Tempo, por que me punes?
- Soma de cada pequena parte
- Uma breve história dos dados de cobrança da nuvem
- Importância dos dados por hora
- Um mês não é um mês
- Um real não é um real
- Dois impulsionadores que afetam a conta
- Quem deve evitar custos e quem deve reduzir taxas?
- Centralização da redução de taxa
- Por que você deve descentralizar a redução do uso
- Conclusão
- Sumário
- Capítulo 6 ■ Adoção de FinOps
- Uma confissão
- Diferentes divulgações para executivos de níveis distintos
- Divulgação inicial
- Divulgação avançada
- Exemplo de planejamento de funcionários para o avanço de uma equipe de FinOps
- Divulgação para o executivo apoiador
- Envolvimento de seu público-alvo
- Principais personas que o facilitador deve influenciar
- Persona do CEO
- Persona do CTO/CIO
- Persona do CFO
- Persona do líder de engenharia
- Roteiro para a adoção de FinOps
- Estágio 1: Planejamento de FinOps em uma empresa
- Estágio 2: Divulgação de FinOps para adoção em uma empresa
- Estágio 3: Preparação da empresa para FinOps
- Tipo de alinhamento da empresa
- Tempo integral, meio expediente, tempo emprestado: uma nota sobre os recursos humanos
- Um sistema complexo projetado a partir do zero nunca funciona
- Conclusão
- Capítulo 7 ■ O framework da FinOps Foundation
- Um modelo operacional para sua prática
- O modelo do framework
- Princípios
- Personas
- Maturidade
- Fases
- Domínios e capacidades
- Estrutura de um domínio
- Estrutura das capacidades
- Adaptação do framework para que ele atenda às suas necessidades
- Conexão com outros frameworks/modelos
- Conclusão
- Capítulo 8 ■ A UI de FinOps
- Construir versus comprar versus nativo
- Quando usar ferramentas nativas
- Quando devemos criar
- Por que devemos comprar
- Relatórios operacionalizados
- Qualidade dos dados
- Feito é melhor do que perfeito
- Relatórios por níveis
- Lançamento de alterações
- Relatório universal
- Acessibilidade
- Cores
- Hierarquia visual
- Usabilidade e consistência
- Linguagem
- Consistência das cores e da representação visual
- Reconhecimento versus lembrança
- Conceitos psicológicos
- Viés de ancoragem
- Viés de confirmação
- Efeito Von Restorff
- Lei de Hick
- Perspectivas para os relatórios
- Personas
- Maturidade
- Multicloud
- Passagem dos dados por cada persona
- Dados passando pela equipe de finanças
- Dados passando pelos líderes
- Dados passando pelos engenheiros
- Conexão de FinOps ao restante da empresa
- Primeiro tente entender
- Conclusão
- Parte II Fase Informar
- ■ Capítulo 9 ■ Ciclo de vida de FinOps
- Os seis princípios de FinOps
- No 1: As equipes precisam colaborar
- No 2: As decisões são baseadas no valor da nuvem para os negócios
- No 3: Cada envolvido se responsabiliza pelo uso que está fazendo da nuvem
- No 4: Relatórios de FinOps têm que ser acessíveis e precisam estar disponíveis o mais rápido possível
- No 5: Uma equipe centralizada conduz a prática de FinOps
- No 6: Aproveitamento do modelo de custo variável da nuvem
- Ciclo de vida de FinOps
- Informar
- Otimizar
- Operar
- Considerações
- Onde começar?
- Você não precisa encontrar todas as respostas
- Conclusão
- Sumário
- Capítulo 10 ■ Fase informar: onde você está nesse exato momento?
- Os dados são irrelevantes sem contexto
- Primeiro tente entender
- Trabalho organizacional durante essa fase
- Transparência e o Feedback Loop
- Análise comparativa do desempenho das equipes
- O que pode ser considerado ótimo
- Conclusão
- Capítulo 11 ■ Alocação: nenhum real deixado para trás
- Por que a alocação importa
- Amortização: estamos em um mundo de competências
- Criação de cooperação e auditabilidade com contabilidade
- O momento crítico do “pânico com os gastos”
- Distribuição de custos compartilhados
- Chargeback versus Showback
- Uma combinação de modelos adequados a um propósito
- Contas, tagueamento e hierarquias na organização das contas
- O modelo de showback em ação
- Considerações sobre chargeback e showback
- Conclusão
- Capítulo 12 ■ Tags, rótulos, contas, quanta coisa!
- Abordagens baseadas em tags e em hierarquia
- Como começar o trabalho em sua estratégia
- Divulgue seu plano
- Mantenha a simplicidade
- Formule suas perguntas
- Comparação das opções de alocação dos três grandes provedores
- Comparação de contas versus pastas e tags versus rótulos
- Organização de contas e projetos em grupos
- Tags e rótulos: a opção de alocação mais flexível
- Uso de tags na cobrança
- Uso do tagueamento desde o início
- Decisão de quando será definido seu padrão de tagueamento
- Seleção do número certo de tags
- Trabalhando com restrições de tags/rótulos
- Manutenção da higiene das tags
- Relatórios sobre o desempenho das tags
- Garantia de que as equipes implementem as tags
- Conclusão
- Capítulo 13 ■ Previsão assertiva
- O estado da previsão na nuvem
- Metodologias de previsão
- Modelos de previsão
- Desafios das previsões de nuvem
- Previsões manuais versus automatizadas
- Imprecisões
- Granularidade
- Frequência das previsões
- Comunicação
- Projetos futuros
- Estimativa de custo
- Impactos da otimização de custos sobre as previsões
- Previsão e orçamento
- Importância do gerenciamento das equipes de acordo com orçamentos
- Conclusão
- Parte III Fase Otimizar
- ■ Capítulo 14 ■ Fase otimizar: realização de ajustes para atingir metas
- Por que definir metas?
- A primeira meta é uma boa alocação de custos
- A meta é economizar?
- Triângulo de ferro: bom, rápido, barato
- Alcance de metas com OKRs
- Área de foco no 1 dos OKRs: credibilidade
- Área de foco no 2 dos OKRs: capacidade de manutenção
- Área de foco no 3 dos OKRs: controle
- Metas como linhas de destino
- Variações no orçamento
- Usar menos versus pagar menos
- Conclusão
- Capítulo 15 ■ Usar menos: otimização do uso
- A dura realidade do uso da nuvem
- De onde vem o desperdício?
- Redução do uso pela remoção/movimentação
- Redução do uso pelo rightsizing
- Erros comuns do rightsizing
- Confiar em recomendações que usem apenas médias ou picos
- Não fazer o rightsizing para além da computação
- Não considerar a “estrutura” de seu recurso
- Não simular o desempenho antes do rightsizing
- Sumário
- Hesitar devido à incerteza sobre instâncias reservadas
- Indo além da computação: dicas para o controle dos gastos na nuvem
- Armazenamento em blocos
- Armazenamento de objetos
- Rede
- Redução do uso por redesign
- Dimensionamento
- Operações agendadas
- Efeitos sobre as instâncias reservadas
- Benefícios versus esforços
- Computação serverless
- Nem todo desperdício é perda
- Amadurecimento da otimização do uso
- Fluxo de trabalho avançado: opte automaticamente por não usar o rightsizing
- Rastreamento de economias
- Conclusão
- Capítulo 16 ■ Pagar menos: otimização de taxas
- Preço de computação
- Sob demanda/pagamento por utilização
- Uso de recurso spot
- Descontos baseados em compromissos
- Preço de armazenamento
- Descontos por volume/nível
- Com base no uso
- Com base no tempo
- Taxas negociadas
- Preço personalizado
- Ofertas privadas de vendedores
- Considerações sobre o modelo BYOL
- Conclusão
- Capítulo 17 ■ Compreensão dos descontos baseados em compromissos
- Introdução aos descontos baseados em compromissos
- Aspectos básicos dos descontos baseados em compromissos
- Flexibilidade no tamanho da instância de computação
- Conversões e cancelamentos
- Visão geral dos compromissos de uso oferecidos pelos três maiores provedores
- Amazon Web Services
- O que uma RI fornece?
- Modelos de compromisso da AWS
- Instância reservada da AWS
- Afinidade de conta-membro
- RIs standard versus conversíveis
- Flexibilidade no tamanho da instância
- Savings Plans da AWS
- Savings Bundles
- Microsoft Azure
- Reservas da Azure
- Flexibilidade no tamanho da instância
- Savings Plans da Azure
- Google Cloud
- Os descontos por compromisso de uso do Google
- Pagamento por núcleos, e não horas, no Google
- Cobrança e compartilhamento de CUDs pelo Google
- Conta de cobrança e responsabilização no Google
- Aplicação dos CUDs do Google a um projeto
- Descontos por compromisso de uso flexíveis do Google
- Conclusão
- Capítulo 18 ■ Construção de uma estratégia de descontos baseados em compromissos
- Erros comuns
- Etapas para a construção de uma estratégia de descontos baseados em compromissos
- Etapa 1: aprenda os aspectos básicos de cada programa
- Etapa 2: conheça seu nível de compromisso com o provedor de serviços de nuvem
- Etapa 3: construa um processo repetível de desconto baseado em compromisso
- Etapa 4: compre regularmente e com frequência
- Etapa 5: meça e itere
- Etapa 6: aloque apropriadamente os custos de compromissos antecipados
- Como gerenciar a estratégia de compromisso
- Compra de compromissos just-in-time
- Quando fazer o rightsizing versus firmar compromissos
- Abordagem por zona
- Quem paga pelos compromissos?
- Dicas de estratégia
- Conclusão
- Capítulo 19 ■ Sustentabilidade: parceria de FinOps com GreenOps
- O que são as emissões de carbono da nuvem?
- Emissões de escopo 1, 2 e 3
- Os provedores de nuvem são verdes?
- Acesso
- Abrangência
- Granularidade
- Parceria com os engenheiros referente à sustentabilidade
- As práticas de FinOps e GreenOps funcionam melhor juntas?
- Correções de GreenOps
- Evite que FinOps trabalhe contra GreenOps
- Conclusão
- Sumário
- Parte IV Fase Operar
- ■ Capítulo 20 ■ Operar: alinhamento das equipes às metas da empresa
- Alcance de metas
- Recrutamento de pessoas e aumento de sua equipe de FinOps
- Processos
- Integração (onboarding)
- Responsabilidade
- Visibilidade
- Ação
- Como as responsabilidades ajudam a cultura?
- Abordagem de recompensa versus punição
- Como lidar com a inação
- Operação colocada em ação
- Conclusão
- Capítulo 21 ■ Automatização do gerenciamento de custos
- Que resultado você deseja obter?
- Tarefas automatizadas versus manuais
- Ferramentas de automação
- Custos
- Outras considerações
- Opções de implantação da ferramenta
- A automação funcionando como um conjunto
- Integração
- Conflito de automação
- Proteção e segurança
- Como iniciar
- O que automatizar
- Controle de tags
- Agendamento da inicialização/interrupção de recursos
- Redução do uso
- Conclusão
- Capítulo 22 ■ Otimização de custos guiada por métricas
- Princípios básicos
- Medição automatizada
- Metas
- Objetivos atingíveis
- Com base em dados
- Processos guiados por métricas ou pela cadência
- Definição de metas
- Tomada de providências
- Juntando tudo
- Conclusão
- Capítulo 23 ■ FinOps para o universo dos contêineres
- Introdução aos contêineres
- A passagem para a orquestração de contêineres
- Ciclo de vida de FinOps para os contêineres
- Fase informar dos contêineres
- Alocação de custos
- Proporções do contêiner
- Tags, rótulos e namespaces
- Fase otimizar dos contêineres
- Atribuição de clusters
- Otimização do uso dos contêineres
- Otimização de taxa da instância de servidor
- Fase operar dos contêineres
- Contêineres serverless
- Conclusão
- Capítulo 24 ■ Parcerias com os engenheiros para habilitar FinOps
- Integração da nossa equipe com a deles
- O que se passa na mente do engenheiro?
- Restrições e a solução de problemas difíceis
- Princípios que podem dar à engenharia um controle de custos eficiente
- Nº 1: Maximize o valor em vez de reduzir o custo
- Nº 2: Lembre-se de que estamos na mesma equipe
- Nº 3: Priorize a melhoria na comunicação
- Nº 4: Introduza restrições financeiras no início do desenvolvimento do produto
- Nº 5: Facilitação em vez de controle
- Nº 6: O suporte da liderança não é útil, é essencial
- Dados passando pelos engenheiros
- Modelos de parceria com as equipes de engenharia
- Contribuição direta
- Colaboração indireta
- Colaboração indireta com contribuição direcionada
- Conclusão
- Capítulo 25 ■ Conectividade com outros frameworks
- Custo total de propriedade
- Emprego de outras metodologias e frameworks
- Descubra quem já está operando
- Faça amigos e compartilhe metas
- Compartilhe influência, terminologia e processos
- Sumário
- Compartilhe infraestrutura
- Compartilhe conhecimento
- Conclusão
- Capítulo 26 ■ Nirvana de FinOps: tomada de decisões baseada em dados
- Unidade econômica e métricas
- A unidade econômica não precisa estar relacionada à receita
- Cálculo de métricas de unidade econômica
- Não há problema em gastar: o problema é desperdiçar
- Custeio baseado em atividades
- Voltando ao Triângulo de Ferro
- O que está faltando na equação?
- Como saber em que momento você venceu com FinOps?
- Conclusão
- Capítulo 27 ■ Você é o ingrediente secreto
- Chamada à ação
- Posfácio sobre o que priorizar (por J R )
- Índice remissivo
Sobre os autores
J.R. Storment é diretor executivo da FinOps Foundation. Ele trabalha com os maiores consumidores de nuvem do mundo com o objetivo de desenvolver seus funcionários por meio da comunidade, de treinamento e de padrões.… Ver perfil completo ▶
Mike Fuller é engenheiro principal na equipe de Cloud FinOps da Atlassian na Austrália, desenvolvendo a prática de FinOps e capacitando as equipes de engenharia para que mantenham um controle eficiente dos custos da nuvem.… Ver perfil completo ▶






